
Marina de Van, que já havia escrito roteiros juntamente com o renomado diretor François Ozon (“Sob a Areia” e “Oito Mulheres”, entre outros), supera todas as expectativas em seu longa de estréia. Após um acidente que rasga violentamente sua pele, uma mulher adquire uma crescente obsessão com seu próprio corpo, retratada sem nenhuma sutileza na película. Carne e sangue são explorados com calma no filme, em cenas longas e perturbadoras que formam uma apaixonada antítese da violência tradicional.
POSTADO EM 18/07/2009
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